Isto É Gozar Com Quem Trabalha

Isto É Gozar Com Quem Trabalha

"Normalmente, as pessoas de quem a gente fala têm empregos a sério, ao contrário de nós. São ministros, empresários, banqueiros... Basicamente, o que a gente faz é gozar com quem trabalha" R.A.P.

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Samenvatting van de aflevering

O podcast explora as diversas perspetivas sobre o riso, contrastando a ideia de usar o humor como ferramenta de liberdade e desapego com visões religiosas e filosóficas que o veem como sinal de falta de autocontrolo. Analisa-se como o humor pode servir de armadura perante o caos ou tornar-se um obstáculo ao enfrentamento sério de problemas sociais e políticos quando utilizado para evitar a responsabilidade. Através de um diálogo com Joana Marques, a conversa aborda a natureza da piada, a percepção da imagem pública e a dificuldade contemporânea em aceitar críticas. Os interlocutores discutem a tendência de julgar o discurso sobre a realidade com mais severidade do que a própria ação, refletindo sobre a importância da autocrítica e da vulnerabilidade no exercício do humor.

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Hoogtepunten

Entregar-se a um riso ruidoso e imoderado é sinal de intemperança e revela a incapacidade de manter a calma e reprimir a frivolidade da alma pela santa razão.

00:00:57 · São Basílio de Cesareia apresenta uma visão monástica onde o riso excessivo é visto como uma falha de caráter e autocontrolo.

A atitude cómica leva a que a personagem de um filme diga, como Deadpool, calma, isto é só um filme. E a que uma pessoa real seja capaz de dizer, calma, isto é só a vida.

00:10:37 · O autor utiliza o exemplo do super-herói Deadpool para ilustrar como o humor pode proporcionar uma perspectiva de desapego perante a realidade.

Esta forma de humor é danosa porque nos impede de tomar as atitudes apropriadas para resolver, neste caso, um problema político sério.

00:21:27 · O locutor argumenta que ridicularizar figuras de poder pode gerar uma desistência da ação política necessária.

Uma piada é uma rebelião temporária contra a virtude e o seu objetivo não é aviltar o ser humano, mas lembrar-lhe que ele já é vil.

00:24:24 · O locutor apresenta uma citação de George Orwell para iniciar o debate com Joana Marques.

É realmente uma fonte de perplexidade constante, essa ideia de que o discurso sobre a realidade é pior, mais danoso do que a própria realidade.

00:32:16 · O interlocutor expressa espanto com a tendência social de valorizar mais a ofensa verbal do que o ato físico em si.

Afleveringen

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Sugestão de Verão: Joana Marques e Ricardo Araújo Pereira sobre rir de tudo e rir de nada

O podcast explora as diversas perspetivas sobre o riso, contrastando a ideia de usar o humor como ferramenta de liberdade e desapego com visões religiosas e filosóficas que o veem como sinal de falta de autocontrolo. Analisa-se como o humor pode servir de armadura perante o caos ou tornar-se um obstáculo ao enfrentamento sério de problemas sociais e políticos quando utilizado para evitar a responsabilidade. Através de um diálogo com Joana Marques, a conversa aborda a natureza da piada, a percepção da imagem pública e a dificuldade contemporânea em aceitar críticas. Os interlocutores discutem a tendência de julgar o discurso sobre a realidade com mais severidade do que a própria ação, refletindo sobre a importância da autocrítica e da vulnerabilidade no exercício do humor.

12 aug. 2026
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Regresso a 2021: “O engenheiro, o cigarro e o Ronaldo: A santíssima trindade do futebol nacional que nenhuma bazuca comunitária consegue financiar”

O episódio apresenta uma série de sátiras políticas e sociais, abordando desde o 'Gozómetro' de promessas não cumpridas até críticas ao uso de verbas do PRR em campanhas autárquicas e a presença de um suspeito de terrorismo em locais frequentados por figuras do Estado. A programação inclui ainda análises sobre a política local no Seixo, intervenções do Chega e uma entrevista descontraída com Fernando Santos. O ex-selecionador reflete sobre o seu trabalho técnico, memórias com Cristiano Ronaldo e o impacto do Euro 2016 na identidade e orgulho nacional.

09 aug. 2026
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Sugestão de Verão: sobre discorrer chatamente, com Cátia Domingues, Cláudio Almeida, Guilherme Fonseca, Joana Marques, Manuel Cardoso, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira

Neste episódio especial, Ricardo Araújo Pereira conversa com vários amigos e colegas sobre as origens do seu olhar humorístico e como a infância moldou o seu sentido de humor ou estratégias de sobrevivência social. Os relatos abrangem desde a impertinência perante a autoridade até à utilização da transgressão de regras familiares e mudanças geográficas. A discussão explora também as trajetórias de aprendizagem na comédia, destacando a importância da prática constante, do trabalho em equipa e da análise técnica de referências. O episódio encerra com um balanço sobre o processo de encontrar uma voz própria através da observação e transcrição.

02 aug. 2026
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Regresso a 2021: “Até eu preparei atempadamente a festa do Sporting. Desliguei a televisão e deitei-me em posição fetal”

O episódio aborda a má organização das festas do título do Sporting e critica a falta de planeamento das autoridades. Em seguida, analisa o depoimento de Luís Filipe Vieira na Comissão de Inquérito ao Novo Banco, discutindo as suas dívidas e erros de gestão imobiliária. A edição inclui ainda quadros humorísticos sobre um incidente bizarro envolvendo um homem baleado que continua a beber vinho, além de uma entrevista satírica com Sebastián Coates sobre o título do Sporting.

26 jul. 2026
312-

Regresso a 2021: “Era uma vez a incompetência de Eduardo Cabrita”

Este episódio aborda a polêmica transferência de trabalhadores imigrantes para o empreendimento Zmar, criticando a operação policial realizada de madrugada e as justificativas contraditórias das autoridades em Odemira. Através do sarcasmo, expõe-se o conflito entre os direitos dos proprietários locais e as condições precárias de habitação enfrentadas pelos trabalhadores. Em seguida, apresenta uma entrevista com o ex-ministro Miguel Poiares Maduro, que discute a política partidária do PSD, críticas ao governo e a relação entre humor e política. O diálogo explora temas como a manipulação da verdade na esfera pública e as dinâmicas das candidaturas presidenciais.

19 jul. 2026